quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ajustando a ponte de sua guitarra

Ajuste de ponte Floyd Rose
As pontes Floyd Rose possuem alguns ajustes que devem ser feitos de acordo com o conhecimento de sua função. A seguir apresento cada ajuste e sua respectiva função:
1.Travas da pestana: Na verdade não se trata de um ajuste propriamente dito mas é necessário destravar as cordas para realizar alguns dos outros ajustes.
Procedimento: É recomendado afrouxar os parafusos somente o suficiente para que as cordas se movimentem livremente.
2.Ajuste das molas:É feito nas molas no compartimento central da parte de trás da guitarra. Sua função é manter a ponte equilibrada (tensão das cordas = tensão das molas).
Procedimento: É feito com as cordas destravadas. Afina-se a guitarra. Ainda que não se consiga afiná-la completamente aproxime a tensão das cordas da tensão em que elas estariam afinadas. Caso a traseira da ponte comece a se erguer durante o processo de afinação estique as molas apertando os parafusos do gancho as segura fazendo com que eles entrem mais no corpo da guitarra até que a ponte fique paralela à superfície frontal da mesma (da guitarra). Caso a traseira da ponte se mantenha afundada depois da afinação, as molas devem ser afrouxadas até que a ponte fique nivelada (paralela à superfície). Repita a afinação e o ajuste das molas até que a guitarra esteja afinada e a ponte nivelada.
Ajuste de ponte Floyd Rose
3. Ajuste de oitava: É feito fixando o rastilho de cada corda com o parafuso Allen na parte frontal de cada um deles. Sua função é ajustar o comprimento da parte vibratória da corda para compensar o acréscimo de tensão que ocorre quando pressionamos a corda contra um traste. Esse ajuste é necessário quando se diz que a guitarra está "mentindo".
Procedimento: É feito com as cordas destravadas e a guitarra afinada. Produza um som harmônico encostando levemente um dedo na corda sem apertar na altura do 12º traste e tocando a mesma com uma palheta. Ouça com atenção. Em seguida toque o som normal pressionando a corda na 12º casa. Compare os dois sons. Se o harmônico soar mais agudo que o som normal você deve fixar o rastilho mais para frente (encurtando a corda). Se o harmônico soar mais grave que o som normal você deve fixar o rastilho mais para trás(aumentando o comprimento da corda). Se os dois sons soarem iguais não é preciso mudar a posição. Para mudar a posição do rastilho primeiro afrouxe a corda correspondente e só depois afrouxe o parafuso de fixação do rastilho, posicione o rastilho como achar necessário e depois aperte o parafuso novamente (se for preciso use outro furo, existem 2 ou 3 para cada parafuso). Afine a corda e repita o procedimento se necessário.
4.Ajuste de altura: É feito nos dois parafusos grandes na frente da ponte e que a seguram no corpo da guitarra. Serve para ajustar a altura das cordas (ação).
Procedimento: Em alguns casos não é preciso destravar as cordas na pestana a não ser que desafine muito. Ajuste a altura com uma chave adequada (Philips ou Allen) e toque um pouco usando principalmente a parte inferior da escala. Abaixe a ponte para uma ação baixa (macia e suave) ou levante para evitar trastejamento (especialmente para uma batida mais pesada).
5.Micro-afinação: É feito nos parafusos superiores semelhantes a pequenos botões. Serve para afinar a guitarra depois que as cordas forem travadas impedindo o uso das tarraxas.
Procedimento: Se a guitarra já estiver afinada e a ponte ajustada, coloque os parafusos de micro-afinação a meia altura e trave as cordas na pestana apertando os 3 parafusos Allen. Confira a afinação fazendo qualquer ajuste nos parafusos de micro-afinação. Caso o parafuso não alcance o tom desejado destrave a respectiva corda volte o parafuso de micro-afinação e repita o processo (afinar na tarraxa/ travar/ afinar no parafuso).
Cuidado! não esqueça: se as cordas estiverem travadas você não pode usar as tarraxas (isso inclui curiosos ou mesmo esbarrar a guitarra ou deixá-la apoiada nas tarraxas). Uma grande alteração na tensão das cordas entre a pestana e as tarraxas pode partir a corda ou danificar a paleta. Convém destravar a pestana periodicamente e reafinar o instrumento.
O TENSOR
As cordas de uma guitarra geram uma grande tensão no braço do instrumento, forçando-o a se curvar como em um arco e flecha. Em violões com cordas de nylon a tensão é menor do que em cordas de aço. Por isso fabricar um violão de nylon com um braço grosso já é o suficiente para evitar que ele se curve em excesso. Para guitarras e violões com cordas de aço, onde o esforço é maior, é necessário existir um tensor dentro do braço.
O tensor é composto de uma barra metálica que é colocada dentro do braço do instrumento durante sua fabricação. Essa barra tem um sistema de ajuste que permite ao braço ficar mais curvo ou mais plano de acordo com a necessidade.
Pode parecer meio estranho mas o ideal é que o braço da guitarra não fique totalmente plano e sim com uma suave curvatura. Tão suave que é necessário examinar o braço com muita atenção para perceber isso.
Um braço muito curvo pode deixar o instrumento duro de tocar e com notas fora de tom e um braço muito reto pode fazer as cordas trastejarem demais.
Como Verificar: O ideal é medir com instrumentos de precisão adequados mas você pode ter uma idéia de como está o ajuste do tensor utilizando o processo a seguir.
1) Afine com cuidado o seu instrumento (sempre faça isso antes de verificar qualquer ajuste).
2) Segure a sua guitarra na posição que você usa normalmente para tocar (não faça a medição com a guitarra deitada pois não vai conseguir a medida correta).
3) Na corda mi grave pressione ao mesmo tempo o primeiro e o último traste do seu instrumento e observe os trastes na região central do braço. Para encontrar a região central você pode usar uma fita métrica ou um barbante. Verifique se a corda está encostada ou levemente afastada dos trastes na região central. Se estiver totalmente encostada pode parar por aqui pois o tensor vai precisar de ajustes.
4) Caso ela esteja levemente afastada dos trastes precisamos verificar se essa essa distância é a ideal. Não dá para medir isso com uma régua pois a distância é muito pequena. Então vamos improvisar usando um cartão de visitas comum. Tente introduzir o cartão entre a corda e o traste (na região central). Você já deve ter percebido que vai precisar usar três mãos para fazer esse teste. Peça a ajuda de um amigo ou coloque um capotraste na primeira casa da guitarra. Se cartão não entrar no vão ou ficar muito folgado em relação à corda o tensor pode precisar de ajustes.
Realmente, só com o Luthier podemos ter certeza de como está o ajuste do tensor. O grau de dificuldade desse ajuste é DIFÍCIL E PERIGOSO. Se você estragar o tensor com um ajuste errado a única solução será TROCAR TOTALMENTE O BRAÇO. Vou repetir mais uma vez para ficar bem claro: NÃO AJUSTE O TENSOR POR CONTA PRÓPRIA!!!!! (Pergunte ao seu Luthier quantas vezes ele já recebeu instrumentos com o tensor estragado pelo dono. A quantidade é bem maior do que se imagina).
A PESTANA
A pestana é a peça que guia as cordas da guitarra das tarrachas até a escala. Geralmente é feita de plástico, osso, grafite (mais raro) e metal (sistemas com microafinação como Floyd Rose, por exemplo). O ajuste será feito na altura em que a pestana vai elevar as cordas sobre a escala.
Se a pestana ficar muito alta a guitarra vai ficar dura de tocar e as notas entre o 1º e 3º trastes vão soar fora de tom. Se a pestana ficar muito baixa a guitarra vai trastejar nas cordas soltas.
Como Verificar: Vamos usar o mesmo cartão de visitar para verificar esse ajuste.
1) Afine com cuidado o seu instrumento (sempre faça isso antes de verificar qualquer ajuste).
2) Segure a sua guitarra na posição que você usa normalmente para tocar (estou repetindo isso por que é importante).
3) Sem apertar nehuma corda, tente introduzir o cartão entre o primeiro traste e a corda. Se o cartão entrar muito justo ou folgado a pestana vai precisar de ajuste na sua altura. Faça esse teste em todas as cordas.
Esse é um ajuste de grau de dificuldade difícil para um leigo pois são necessárias ferramentas especiais e um erro de décimos de milímetros pode inutilizar totalmente a pestana e ela terá que ser trocada por outra ou calçada. Ou seja, não recomendo o ajuste em casa.
ALTURA DOS TRASTES
O ideal em um guitarra é que todos os trastes tenham a mesma altura, mas pode acontecer que, devido a algum problema, um ou mais trastes fiquem mais altos que os demais. Isso faz com que apenas algumas notas ou regiões do braço trastejem. Em casos mais graves o braço do instrumento fica com notas "mortas" ou seja, você tenta tocar aquela nota mas o som não sai de jeito nenhum.
Como Verificar: Aqui não tem muito segrado pois não precisa de nenhuma ferramenta para fazer o teste.
1) Afine com cuidado o seu instrumento (sempre faça isso antes de verificar qualquer ajuste).
2) Agora tente tocar nota por nota da guitarra em todas as cordas do instrumento e ver se o som em alguma delas está soando fraco, trastejando ou se a nota não está saindo. Procure dar a palhetada com naturalidade pois, por melhor que seja o instrumento, ela vai trastejar se a nota for tocada com muita força.
Esse é um ajuste de grau de dificuldade difícil para um leigo pois são necessárias ferramentas especiais e um conhecimento muito bom sobre instrumentos para saber qual o melhor método para consertar esse problema. Nunca tente fazer esse ajuste em casa, sob nenhuma hipótese.
ALTURA DA PONTE
A ponte da maioria das guitarras tem um ajuste de altura que varia de acordo com modelo do instrumento (Stratocaster, Les Paul, Telecaster, sistema Floyd Rose). Alguns sistemas de ajuste permitem controle de altura individual das cordas como nas pontes da Fender Stratocaster e em outros o ajuste da altura é feito em todas as cordas ao mesmo tempo como no casos das Les Paul e guitarras com Floyd Rose.
Se a altura da ponte estiver ajustada muito alta a guitarra fica muito dura de tocar e as notas podem soar um pouco fora de tom. Se a altura estiver muito baixa as cordas vão trastejar demais.
O grau de dificuldade desse ajuste é médio mas eu só recomendo que você tente fazê-lo em casa se todas as outras partes estiverer perfeitamente ajustadas.
AJUSTE DE OITAVAS
Cada corda da guitarra tem uma espessura diferente (as graves são mais grossas que as agudas). Por causa dessa condição, para que as notas da guitarra fiquem afinadas em todos os trastes, a distância da pestana até a ponte da guitarra não pode ser igual para todas as cordas.
Para resolver esse problema as pontes geralmente vem equipadas com um sistema de ajuste que permitem deslocar os apoios das cordas, diminuindo ou aumentando a distância entre pestana e a ponte. Caso a distância não esteja correta em qualquer direção, as notas vão soar fora do tom.
Como Verificar: Para esse ajuste você vai precisar de um afinador eletrônico de boa qualidade.
O grau de dificuldade para esse ajuste é fácil desde que você tenha um afinador eletrônico. Mas eu só recomendo esse ajuste se todas as outras partes de seu instrumento já estiverem ajustadas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Você pode estar se perguntando: eu não poderia fazer os ajustes mais simples em casa? Infelizmente eu não recomendo. Basicamente por que um sintoma de problema pode ter várias causas diferentes. Por exemplo: uma guitarra trastejando pode ser um problema de ajuste na pestana, tensor, altura das cordas ou um dos trastes pode estar mais alto que os demais. Uma guitarra muito dura de tocar pode ser tensor, pestana, altura da ponte ou todos eles juntos, quem sabe?
Por isso eu acho interessante contratar o serviço de um Luthier. Geralmente não sai muito barato mas eu posso garantir, por experiência própria, que vale a pena.
Algumas dicas finais: quando você for levar sua guitarra para o Luthier para uma regulagem, aproveite para tirar as cordas velhas, fazer uma limpeza caprichada e colocar cordas novas (o ajuste do instrumento é mais preciso se for feito com cordas novas). Mande um jogo de cordas novas extra junto, quando for regular o instrumento, do tipo que você já está acostumado a usar - regular uma guitarra com corda .009 é diferente de regular uma com corda .011. Avise também ao seu Luthier se você toca guitarra com afinação normal ou meio tom abaixo pois isso afeta a regulagem do tensor.
Por último, procure um Luthier de confiança, de preferência um indicado por um amigo ou professor que já tenha levado a guitarra para regular com ele.

terça-feira, 10 de maio de 2011

PEDAL FABULLOUS TS8 MOD SRV

Pedais Fabullous Electronics


A Fabullous Electronics tem o prazer de apresentar a sua linha de pedais de boutique.
O carro chefe da grífe é o Boy Drive Box, que tem um visual divertido e o som clássico dos TS8.


 O Coisa Berra também é um Distortion Fantástico que faz as suas bases e solos ficarem mais agressivos que qualquer outro pedal. Baseado no circuito do Rat e com a modificação própria da Fabullous esse pedal é um verdadeiro Distortion que faltava no seu set.


A Fabullous ainda conta com o Rocket Fuzzkas que é um clássico Fuzz com uma variação bem grande de opções de distorção vintage, pois conta com um regulador interno pré-regulado para maior atuação do Fuzz.
Conta também com o Smash, um Drive de equalização de 3 bandas e o El Griton, um booster clean que é excelente para dar um boom no seu solo ou para encorpar o som da sua guitarra.

A Fabullous Electronics ainda conta com sua linha de pedal Boards personalizados com fonte para até 12 pedais. Compacto, leve e fácil de carregar, pode vir acompanhado de Bag.

O Nosso objetivo é proporcionar a você músico a satisfação e o prazer em usar um equipamento de qualidade que foi feito pensando exclusivamente em obter um ótimo som sem ter que pagar um absurdo para ter um pedal gringo.
A Fabullous sem sombra de dúvida veio para ocupar o seu lugar no mercado que cada vez está mais competitivo com o surgimento de novos fabricantes de pedais analógicos feitos a mão.
Confira o som do Boy Drive Box na versão Screamer Drive com booster no link abaixo.
http://www.youtube.com/watch?v=RLLi2BNJayY
Fabullous Electronics, de músico pra músico!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Guitarras e Tecnologias: A Ordem dos Pedais

Guitarras e Tecnologias: A Ordem dos Pedais: "Fiz um guia básico para quem está aumentando a família de pedais ou simplesmente está curioso para saber a melhor razão para um pedal est..."

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A Ordem dos Pedais


Fiz um guia básico para quem está aumentando a família de pedais ou simplesmente
está curioso para saber a melhor razão para um pedal estar em “determinado”
ponto da cadeia de pedais.
Não acho que seja um  guia definitivo, até porque eu mesmo faço exceção a ele.
Mas com certeza ele vai te orientar a descobrir o seu modo de usa-los !
—————————————————————————————————————

Eles podem muito bem trabalhar em qualquer ponto da cadeia de pedais.
Mais é recebendo o sinal completamente limpo de sua  guitarra que ele vai
trabalhar melhor.
Você pode isolar o pedal com um A/B Box ou na saída de auxiliar de um pedal
de expressão, whammy ou volume.


São os envelope filters, auto wahs e wah wahs que dependem da dinâmica do sinal.
Por isso devem ser postos logo no início do pedalboard.
Usar um fuzz antes do wah pode proporcionar uma sonoridade bem bacana também!
Handmades Brasileiros que fabricam pedais de filtros:
MG MUSIC, EFX, STAR DUST, T-MIRANDA.


Lugar de compressor é no começo da linha de pedais, usar ele depois de distorções
e modulações vai fazer ele elevar qualquer ruido de quem estiver antes dele.
Usar sempre o pedal de volume depois do compressor, usando antes você acaba com a
compressão e vai  ter um ruido chato quando o pedal de volume estiver totalmente fechado.
Handmades Brasileiros que fabricam pedais de compressão:
EFX, STAR DUST, T-MIRANDA, FUHRMANN


Não dão muito certo depois das modulações e delays, principalmente o Phaser e o delay.
Eles podem ser colocados também como opção antes dos Wah Wahs e alguns filtros.
Um Fuzz antes do wah vai te trazer sonoridades bem sujas e interessantes.
Alguns pedais de Overdrive são muito bons para serem usados como Boosters  e alguns
pedais de distorções como os similares ao DS-1 da Boss usados depois de um fuzz estilo
Big Muff  resultam em uma combinação bem bacana !
Veja a combinação no solo de Dani california do red hot chilli peppers AQUI.
MG MUSIC, EFX, STAR DUST, T-MIRANDA, DAN AMP, VICTORIA,


São freqüentemente usados ​​para moldar os F.O.D ( fuzzes, overdrives e distorções).
Por lógica é dever colocá-los logo após esses efeitos ou no send-return.
Outro uso comum de um pedal de EQ é como boost para dar ênfases em solos.


Pitch-shifters  funcionam melhor com sinais comprimidos, por isso certamente devem
aparecer após o seu compressore e drives.  Eu particularmente só me dou bem com
o  meu whammy antes dos drives !


Pedais de modulação funcionam melhor em qualquer lugar após os drives
e entrosam muito bem com os mesmos embora alguns guitarristas
prefiram o phaser antes. Algumas modulações permitem o uso de pedal de
expressão através de uma saída auxiliar onde você pode controlar
as modulações em tempo real.
Handmades Brasileiros que fabricam pedais de modulação:
MG MUSIC, EFX, STAR DUST, T-MIRANDA.
.

Para controlar o nível de volume do sinal da guitarra de forma geral o pedal de volume
deve estar no final da linha de pedais  mas antes dos Delays para que você possa fazer
controlar o fade In e Fade out suavemente.
Os pedais de Noise gate e limiters se enquadram no gênero.
Nunca use um pedal compressor após o pedal de volume.


O objetivo dos pedais de atraso é simular um ambiente de resposta ao seu som de guitarra.
Portanto, ele deve ser colocado no final de sua cadeia para que ele possa captar todos
os efeitos  que estão rolando. O reverb se enquadra neste ponto, porém ele soa melhor
após o delay.

—————————————————————————————————————

Algumas considerações finais:
BOOSTERS : Os pedais de boosters  vão depender muito de sua finalidade
( Solo ou elevação de sinal) Os boosters limpos podem ser colocados em qualquer
ponto da linha de pedais, já os fat boosters exigem posições mais especificas.
CABOS: Utilize cabos curtos e de boa qualidade.
SEND / RETURN : É  aquela saída trazeira de seu amplificador, onde você pode
ligar também seus pedais, especificamente delays e modulações.
Assim você vai ter uma perda menor de sinal na linha.
OITAVADORES: Se enquadram na mesma área dos drives,  ficam bem antes deles.
ALIMENTAÇÂO: Fique ligado no consumo M/A de cada pedal. Chiados ou até o
não-funcionamento vão aparecer se sua fonte não suportar. Procure uma fonte
estabilizada que seja mais apropriada.
Uma boa opção é a da Fabullous Electronics que liga até 12 pedais.
A/B BOX : Para isolar algum ou alguns pedais da linha a fim melhorar o seu sinal.
É isso ai pessoal !
Usei meus conhecimentos e coletei muitas informações de relatos na Web para contruir
este ” guia ” de ordem de pedais.
Espero contar com as experiências de vocês para aumentar este post !
Valeu !!!

terça-feira, 26 de abril de 2011

Timbrando sua guitarra

1. Para se timbrar bem uma guitarra, o sistema guitarra > efeitos > amplificador deve atingir um nível sonoro elevado ou seja: GUITARRA SE TOCA ALTO!!!

2. Observando atentamente os timbres em shows e estudando sobre os melhores timbres gravados dos guitarristas que eu gosto, percebi que, logicamente, em shows, o sistema está bem alto (claro, é um show...) e nas gravações, existe uma técnica para gravação de áudio que consiste em colocar os amplificadores "no talo" trancados em uma sala separada junto com os microfones que captarão o sinal para a gravação (mais uma vez, o volume em altos níveis está presente)

3. Sobre controles de Graves, Médios e Agudos:
Atentemos ao seguinte: Quando estamos timbrando uma distorção, devemos prestar atenção nos harmônicos gerados pela mesma. Se for um aplificador valvulado, teremos menos problemas para timbrar justamente pela produção de harmônicos característicos das válvulas (apenas harmônicos pares) que dão aquela característica sonora "aveludada" ao som. Nos amplificadores Solid State (SS - tarnsistorizados), os transistores emitem harmônicos de todas as ordens quando saturados, "enfeiando" o som quando comparado aos valvulados (muitos denominam aqui de casa de abelhas).
No canal clean, devido a tecnologia atual, podemos stingir sons bem parecidos entre valvudados e transistorizados mas na distorção, saturação, é que o bicho pega e vem a diferença fatal.

Quando forem timbrar suas distorções, seja com pedais, pedaleiras, ou com a guitarra espetada diretamente no ampli, procurem "montar" o som com uma utilização comedida dos agudos. Quando você coloca agudos para que seu som atinja o timbre desejado enquanto baixo, tocando em seu quarto por exemplo, você corre o risco de tirar a "alma" de seu timbre quando grava ou simplesmente qdo for tocar alto com os mesmos ajustes. Isso pode ser ouvido e percebido aqui mesmo no fórum quando os amigos partem para o "teste de timbre" e submetem algumas gravações para o crivo dos pares do fórum. O som que parece tão bom pra vc, em frente ao seu ampli, trancado em seu quarto, perde vida quando gravado e postado no fórum... será que esse fórum é amaldiçoado e acaba com a vida do nosso som?

Apenas configurem seus amplis, sejam valvulados ou SS nos níveis de distorção desejado, graves a vontade, médios equilibrados e agudos parcos, comedidos. Coloquem o ampli bem alto e deixem que o volume da distorção crie os harmônicos necessários para o equilíbrio das frequências agudas. Lembrem-se que o ouvido humano não é preparado para frequências agudas. Quem "gosta" de agudo é cachorro!!!

Então, configurem seus timbres numa tonalidade médio-grave e aumentem o volume, para que os agudos possam ser equilibrados.

Ao vivo, isso é o que mais acontece!!!

4. Comecem timbrando a guitarra espetada direto no ampli. Depois acrescentem os efeitos na cadeia de sinal, um a um, sejam distorções, boosters, equalizadores ou efeitos de modulação sempre respeitando o timbre inicial. Os efeitos são apenas para "colorir" seu timbre e não para mudar totalmente sua tonalidade, variando de grave a agudo em cada latinha ou patch que você pisar.

5. PEÇA DESCULPAS A SUA FAMÍLIA MAS GUITARRA SE TOCA ALTO!

TIMBRE SE CONFIGURA COM O AMPLI ALTO!

GRAVAÇÃO SE FAZ COM O VOLUME DO SISTEMA ALTO!!!


Grande abraço a todos e façam suas experiências.
Gambá do Rock

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Marcas de guitarra

Quantas marcas de guitarra você conhece? Umas dez?
Fizemos uma lista das guitarras mais famosas do mundo e chegamos a 130 nomes!
Cada uma delas possui uma combinação de características, às vezes quase imperceptíveis, mas que podem fazer muita diferença dependendo do estilo de música.

Acoustic
Alamo
Alembic
Alvarez
Ampeg
Aria Baldwin
Bartolini
B. C. Rich
Bigsby
Bond
Brian Moore
Burns
Carvin
Casio
Chandler
Charvel
Coral
Cort
Custom Kraft
Danelectro
D'Angelico
D'Aquisto
Dean De Armond
Domino
Duesenberg
Dwight
Eggle
Egmond
Eko
Electra
Electro
Epiphone
ESP
Fender
Fenton-Weil
Fernandes
Framus
Futurama
G&L
Gibson
Gittler
Godin
Godwin
Gordon-Smith
Goya
Gretsch Grimshaw
Guild
Guyatone
Hagstrom
Hallmark
Hamer
Harmony
Harvey Thomas
Hayman
Heartfield
Heritage
Hofner
Hondo
Hopf
Hoyer
Ibanez
Jackson
James Tyler
John Birch
Kapa
Kawai
Kay
Kent
Klein
Klira
Kramer
Krundaal
La Baye
Magnatone
Martin
Maton
Melobar
Messenger
Micro Frets
Mighty Mite
Modulus Guitars
Mosrite
Music Man
National
Ovation
Parker
Peavey
Premier
PRS
Rickenbaker
Rick
Turner
Robin
Roger
Roland
Samick
Shecter
S. D. Curlee
Shergold
Silvertone
Spector
Squier
Standel
Starfield
Steiberger
Stratosphere
Supro
Teisco
Teufel
Tokai
Tom Anderson
Travis Anderson
Travis Bean
Vaccaro
Valley Arts
Vega
Veillette-Citron
Veleno
Vigier
Vox
Wandre
Washburn
Watkins
Welson
Westone
Wurlitzer
Yamaha
Zemaitis

Marcas Brasileiras
ASW
Condor
Dreamer
Eagle
Giannini
Golden
Shelter
Tagima
Tonante








Guitarras PRS



B.C. Rich - Braço Duplo






John Lennon e sua Rickenbacker





Dimebag Darrell, guitarrista do Pantera, com sua Dean